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Governança Institucional

 

O termo mais utilizado recentemente na administração pública é Governança, que foi definido como o “conjunto de mecanismos de liderança, estratégia e controle postos em prática para avaliar, direcionar e monitorar a gestão, com vistas à condução de políticas públicas e à prestação de serviços de interesse da sociedade.”[1] O foco premente da governança é o aprimoramento dos serviços prestados, fazendo com que as instituições estejam efetivamente direcionadas para objetivos alinhados aos interesses da sociedade. Uma outra vertente, complementar de definição de governança foi elaborado pelo Banco Mundial: “a identificação das necessidades prioritárias da sociedade, o estabelecimento de objetivos institucionais e a elaboração de estratégias para atingir essas metas adentram no campo epistemológico da governança pública”[2].

Neste contexto, as instituições devem observar a cada revisão de processo de trabalho, avaliação, reformulação de objetivos e diretrizes, reestruturação organizacional, reorganização de procedimentos internos, a melhoria, tornando-as capaz de realizar sua missão e navegar em direção a sua visão institucional. Fortalecer os vínculos de confiança da sociedade para com a instituição passa a ser um dos itens mais importantes a ser cuidado pela gestão universitária.

Uma das formas de fortalecer os vínculos com a sociedade é realizando as entregas anteriormente pactuadas, a partir dos mecanismos de transparência e accountability a sociedade tem como verificar aquilo que foi proposto, as diretrizes e objetivos da instituição; é a universidade anunciada em seu plano de desenvolvimento institucional sendo verificada a partir de suas realizações, declaradas à sociedade, fortalecendo assim os laços de confiança, a partir da realização do compromisso social assumido pela instituição. 

   

 

 

 

A Iniciativa ‘’Implementar Escritório de Processos (PR10.1)” como um dos passos em direção a realização do objetivo estratégico ‘Otimizar e monitorar os processos organizacionais’ é de grande complexidade e envolve diversas etapas a serem realizadas para a total implementação do Escritório de Processos. Desta forma, a tabela abaixo, numa proposta de sinalizar o uso da metodologia de projetos, congrega algumas etapas a serem detalhadas. 

 

 

 

 

A Iniciativa “Implementar Escritório de Processos (PR10.1)” como um dos passos em direção a realização do objetivo estratégico ‘Otimizar e monitorar os processos organizacionais’ é de grande complexidade e envolve diversas etapas a serem realizadas para a total implementação do Escritório de Processos. Desta forma, a tabela abaixo, numa proposta de sinalizar o uso da metodologia de projetos, congrega algumas etapas a serem detalhadas. 

 

 

Os patamares mínimos de governança é o estabelecimento de mecanismos de acompanhamento da execução de seu planejamento, bem como o acompanhamento da própria implementação da governança, o que permite que cada instituição, a partir de sua maturidade gerencial, estabeleça seus avanços.

Desta forma, quando associamos os conceitos e premissas da governança com o momento de construção do primeiro PDI da UFOB, para que os objetivos estratégicos propostos sejam implementados e viabilizem a realização das diretrizes institucionais pautadas no PPI, são necessários três itens: comprometimento, coordenação e cooperação; a partir da transversalidade desses itens juntamente com a perspectiva de construção coletiva, é que se torna possível a realização da missão institucional.

Um outro pilar da governança é o quadro de pessoal, para que seja possível ampliar as fronteiras da governança, é preciso que os servidores da UFOB estejam habilitados. Carreiras qualificadas são essenciais na prestação de serviços públicos de excelência, desta forma, o plano de qualificação e capacitação da UFOB deve conter elementos que estejam corroborando com a implantação de um processo de Planejamento e Avaliação, associados a Governança institucional. Como por exemplo, itens de capacitações na área de inovação, foco no cidadão, liderança, colaboração, gerenciamento de projetos, negociação, como algumas formações que devem compor o portfólio de cursos ofertados.

O processo de autoavaliação institucional tem fundamental importância como ferramenta complementar a Governança, assim como o uso dos indicadores de resultado e desempenho propostos, mantendo sempre o espaço para a realização de diagnósticos próprios e a busca de soluções inovadoras, específicas e contextualizadas, observando as particularidades para a realização da Missão institucional.

 

Bibliografia

[1] Decreto nº 9.203, de 22 de novembro de 2017.

[2] Guia da política de governança pública / Casa Civil da Presidência da República – Brasília: Casa Civil da Presidência da República, 2018. 86p.

1 Comentário

  • Link do comentário DAVID DUTKIEVICZ Sexta, 20 Setembro 2019 10:50 postado por DAVID DUTKIEVICZ

    Como é medido o índice do quadro 67? Seria interessante deixar claro que índices são esses? O quadro também faz menção a “árvore de processos”, que árvore é essa? Onde encontramos?

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